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Insuficiência respiratória de Chávez não melhora, mas quadro é estável

Governo diz que presidente da venezuela está 'assimilando' tratamento.
Mas admite que saúde não teve progressão e que está 'estável'.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, está “assimilando” o tratamento contra a insuficiência respiratória, embora ainda não tenha apresentado nenhuma melhora no quadro de saúde dois dias antes da sua posse, informou na noite desta segunda-feira (7) o governo venezuelano.

De acordo com o ministro de Comunicação, Ernesto Villegas, Chávez, internado em Havana, Cuba, tem quadro "estacionário" em relação ao boletim anterior.
“O presidente se encontra em uma situação estável em relação à descrita no boletim anterior, [divulgado na última quinta-feira, 3] quando foi informada a insuficiência respiratória do comandante Chávez”, disse Villegas na cadeia nacional de rádio e televisão.Villegas pediu à população que "ignore as mensagens de guerra psicológica que pretendem perturbar a família venezuelana".

Quatro cirurgias

Chávez foi submetido a quatro cirurgias para o tratamento de um tumor, na região pélvica, diagnosticado em 2011.
A localização exata do tumor nunca foi revelada, o que gerou protestos da oposição venezuelana.
A última das operações, todas feitas emCuba, país aliado da Venezuela chavista, foi feita em 11 de dezembro e, desde então, o presidente não tem apresentado melhoras.

O país enfrenta um imbróglio político com a situação de Chávez.
Reeleito em 7 de outubro passado, o presidente deveria comparecer na Assembleia Nacional nesta quinta-feira (10) para tomar posse de seu novo mandato.
Aliados defendem que, se Chávez, de 58 anos e no poder desde 1999, não tiver condições físicas de ir à posse no dia 10, ele poderá assumir o poder frente à Justiça em uma data posterior.

Opositores defendem que novas eleições devam ser convocadas e pedem pressão para que isso ocorra.
A Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) tachou nesta segunda-feira (7) de "moralmente inaceitável" alterar a Constituição para "atingir um objetivo político", referindo-se à polêmica em torno da posse de Chávez.

Já o Brasil não vê problemas na instabilidade política do país vizinho. O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, afirmou que o governo brasileiro não está preocupado com uma possível desestabilização institucional  em razão de um eventual adiamento da posse.
Nesta segunda, o presidente da Assembleia Nacional e número dois do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello, se negou a precisar se Chávez estará em Caracas para a posse. "Não descartamos absolutamente nada", disse.

Durante entrevista na sede do PSUV, Cabello convocou "uma grande reunião em Caracas no dia 10 de janeiro, em frente ao Palácio de Miraflores, para apoiar nosso presidente de forma contundente".
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