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Governo argentino congela preços pela terceira vez em apenas um ano

O ano na Argentina começou com congelamento de preços, o terceiro nos últimos 12 meses. Em fevereiro do ano passado, os preços de 12,5 mil produtos já haviam sido congelados, mas, como a fiscalização era impossível, o número de itens com valor bloqueado caiu para 500 na metade do ano.

Dezenas de milhares de militantes kirchneristas ficaram responsáveis por denunciar as irregularidades, mas a medida também não funcionou. Agora, o governo pretende ter sucesso com o congelamento de 100 produtos.

O ministro da Economia, Axel Kicillof, prefere usar a expressão “dispersão de preços” e o chefe do gabinete de ministros, Jorge Capitanich, afirma que o objetivo é evitar que os empresários remarquem os preços, o que ele chamou de “apropriação exagerada de renda”. Com este cenário, o dólar paralelo volta a ficar cotado em 10 pesos, criando maior pressão sobre a inflação, que, segundo economistas, deve passar dos 30%. De acordo com o governo, o índice não vai passar de 10%.

Longe de Buenos Aires desde antes do Natal, quando a cidade foi assolada por apagões, a presidente Cristina Kirchner encerrou nesta segunda-feira (6) o período de descanso no vilarejo de El Calafate, onde tem uma casa. A expectativa é que ela volte ao trabalho nesta quarta-feira (8). Desde que encerrou a licença médica, há três meses, a presidente só apareceu seis vezes.

Enquanto o governo diz que a saúde de Cristina vai bem, comentários extraoficiais apontam que isso pode não ser verdade. Por causa dela, o encontro da cúpula do Mercosul, que será realizado na Venezuela, foi adiado pela segunda vez e remarcado para o dia 31.
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